Algo dói dentro em mim,
como fosse pouca coisa assim.
Algo que não mais me diz sim,
que não parece mais ter fim.
Algo grita dentro em mim,
como fosse muito grande assim.
Algo que precisa de ti,
que não pode me fazer feliz.
Algo aqui, dentro em mim,
bate acelerado, sem rumo,
descompassado assim.
Algo aqui, dentro em mim,
bate quietinho, calado,
bem tristinho assim.
Domingo, 19 de Abril de 2009
Terça-feira, 14 de Abril de 2009
Pretérito Imperfeito.
Eu te amo. E não há nada a fazer.
Eu te amo. E não há nada a dizer.
Eu te amo. E ainda não sei
Como posso viver longe de você.
Eu te amo. E não posso negar.
Eu te amo. E não posso evitar.
Eu te amo. E ainda assim, há
Provas de que sempre vou te amar.
Eu te amo. Porque você me queria.
Eu te amo. Porque você me sorria.
Eu te amo. Porque eu sei que um dia
Você pensou que me amaria.
Eu não te amo. É fato, verdade.
Eu não te amo. É dor, crueldade.
Eu não te amo. É apenas saudade,
Que não passa, que é equidade.
Eu não te amo. E preciso aceitar.
Eu não te amo. E preciso continuar.
Eu não te amo. E isso vai passar,
Tenho certeza. Um dia vai acabar.
Eu não te amo. Nunca amei.
Eu não te amo. Sempre tentei.
Eu não te amo. Eu te falei,
nada é como eu sempre sonhei.
Eu te amo. E não há nada a dizer.
Eu te amo. E ainda não sei
Como posso viver longe de você.
Eu te amo. E não posso negar.
Eu te amo. E não posso evitar.
Eu te amo. E ainda assim, há
Provas de que sempre vou te amar.
Eu te amo. Porque você me queria.
Eu te amo. Porque você me sorria.
Eu te amo. Porque eu sei que um dia
Você pensou que me amaria.
Eu não te amo. É fato, verdade.
Eu não te amo. É dor, crueldade.
Eu não te amo. É apenas saudade,
Que não passa, que é equidade.
Eu não te amo. E preciso aceitar.
Eu não te amo. E preciso continuar.
Eu não te amo. E isso vai passar,
Tenho certeza. Um dia vai acabar.
Eu não te amo. Nunca amei.
Eu não te amo. Sempre tentei.
Eu não te amo. Eu te falei,
nada é como eu sempre sonhei.
Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Citações Pessoais I
E acho que no final, eu sou até bonitinha.
Acho que na verdade eu tenho um amor incondicional por mim mesma e me acho a coisa mais fofa da paróquia aqui. E isso não é modéstia, é amor-próprio.
Ninguém precisa saber o quanto eu me amo e me acho linda, engraçada, fofinha, dedicada, atenciosa, grossa e até mesmo ridícula.
Eu estou apaixonada por mim. Não posso viver sem eu e quero me casarmos.
Acho que na verdade eu tenho um amor incondicional por mim mesma e me acho a coisa mais fofa da paróquia aqui. E isso não é modéstia, é amor-próprio.
Ninguém precisa saber o quanto eu me amo e me acho linda, engraçada, fofinha, dedicada, atenciosa, grossa e até mesmo ridícula.
Eu estou apaixonada por mim. Não posso viver sem eu e quero me casarmos.
Domingo, 29 de Março de 2009
Salvação
Ah, pobre alma, indefeso
amor de uma existência
Venha, acalme-se, perceba
o que tens feito sem sentir o peso
De erros que vêm e vão, das impensadas
palavras, da latente insistência
Infantil, sensível, pequeno, influente
Tanto és, tanto precisas e ainda nem sabes
Como podes findar tanta confusão e tristeza
e achar, afinal, a rima, o som, a alma que pode
assim ser, a tua perfeita
Aquela onde encontrarás alegria, coração
que será tua salvaguarda, tranquilidade,
a inspiração.
amor de uma existência
Venha, acalme-se, perceba
o que tens feito sem sentir o peso
De erros que vêm e vão, das impensadas
palavras, da latente insistência
Infantil, sensível, pequeno, influente
Tanto és, tanto precisas e ainda nem sabes
Como podes findar tanta confusão e tristeza
e achar, afinal, a rima, o som, a alma que pode
assim ser, a tua perfeita
Aquela onde encontrarás alegria, coração
que será tua salvaguarda, tranquilidade,
a inspiração.
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Princesa.
Quantas vezes havia se olhado no espelho, mas sem ver qualquer coisa ?
A menina dos cabelos que tinham cor do sol em um entardecer de inverno, os olhos castanhos, a pele branca, não tinha sequer uma imperfeição. Era uma boneca.
Só não de borracha, pois se quebrava muitas vezes em razão de seu rebelde coração. E colecionava as junções em sua porcelana, todas as falhas que a machucaram e que a foram tornando mais fria assim como os dias de brisas geladas e cortantes.
O que a aquecia eram as lãs que roçavam por sua pele fina e o fogo da lareira em frente à sua cama, lugar de tantos sonhos e lágrimas. Suas intenções eram boas, até que as distorciam.
A puxavam e a controlavam. Ela se entregava cada vez mais ao que lhe fazia mal, mas sentir-se viva. Aquilo que batia secamente no fundo de sua alma perfeitamente correta, aquilo que desconcertava seus pensamentos e conduta.
Ela continuava a descer a paisagem íngrime à qual escolhera por livre e espontânea pressão de amigos e de seu círculo. Agia como outra pessoa, outra personalidade em um jogo bipolar e perigosamente excitante.
Apesar de tantos erros, ela ainda conservava a inocência rosa que permeava seus dias e olhos. Tinha a ganância infantil de querer ser melhor que quem era apenas de outra maneira.
Quantos dias ela passava despreocupando-se ao preocupar os outros que a amavam?
Seria inútil contar (?).
Sua amizade desprotegida era a cafetina de suas vontades e ações.
- A palavra e o peso da reputação não me afetam, não tenho isso, ela dizia. Quero viver, sair, respirar... As pessoas entendem meu comportamento. Não faço nada de errado, ela achava.
Era apaixonada por um garoto o qual não merecia seu amor de algodão. Chegou a conseguir uma noite perto dele. Disse que ele havia passado dos limites, mas achou normal e ainda conservava o sentimento puro de carinho quando o lembrava. Mesmo tendo um babado de sua blusa delicada rasgado, ela voltou pra casa se sentindo importante.
Era a nova carne em período de experimentação e treinamento. Era o cheiro de frescor de uma vida e princípios imaculados.
Sempre fora mimada por todos, mas era ainda uma menina muito simples e ingênua. Tinha tudo o que sempre desejou e talvez, por isso, continuasse deixando ser controlada para ter o que sempre quis: reconhecimento, amor, carinho, e qualquer outra coisa (ou pessoa) que cruzasse sua linha de almejo. Conseguiria isso, sem dúvida... Mas em troca de seu espírito antes leve e transparente.
A famigerada fama de suas mentoras começava a espalhar-se com a mesma rapidez com que flocos, grãos e partículas se esvaem ao vento. Mas com a vagarosidade de alguém já senil e sem força para crer na verdade, ela não conseguia ver o mal que a rodeava e a entorpecia. Deixava seus sorrisos a encargo de quem poderia trazer-lhe o contrário da motivação desses espasmos, ou quem poderia causar-lhe tristeza e arruinar sua vida. Ela os trazia para mais perto, enquanto quem maldizia e tentava lhe mostrar a parte real, era pouco a pouco mais afastado.
Sempre fora mimada por todos, mas era ainda uma menina muito simples e ingênua. Tinha tudo o que sempre desejou e talvez, por isso, continuasse deixando ser controlada para ter o que sempre quis: reconhecimento, amor, carinho, e qualquer outra coisa (ou pessoa) que cruzasse sua linha de almejo. Conseguiria isso, sem dúvida... Mas em troca de seu espírito antes leve e transparente.
A famigerada fama de suas mentoras começava a espalhar-se com a mesma rapidez com que flocos, grãos e partículas se esvaem ao vento. Mas com a vagarosidade de alguém já senil e sem força para crer na verdade, ela não conseguia ver o mal que a rodeava e a entorpecia. Deixava seus sorrisos a encargo de quem poderia trazer-lhe o contrário da motivação desses espasmos, ou quem poderia causar-lhe tristeza e arruinar sua vida. Ela os trazia para mais perto, enquanto quem maldizia e tentava lhe mostrar a parte real, era pouco a pouco mais afastado.
- Como é triste, diziam suas amigas em tom tétrico, não é possível que ela não acorde!
E todos começavam a comentar, opinar e a ficarem cada vez mais decepcionados consigo mesmos. Onde haviam errado?
Todos pareciam ignorar as influências externas, pareciam tornar-se mais hipócritas a cada final de semana gasto em madrugadas vazias. Tentavam redimir-se entre si mesmos esquecendo da existência física da princesa tão incrustada no pedestal feito por seus próprios e inconseqüentes méritos.
Assim como eles a lembravam, esquecendo-se dela, ela os esquecia lembrando-se que eles a esperavam.
Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Quem é você ?
Ainda te conheço. Mas você, aos poucos, vai sumindo das lembranças de alguns anos atrás. Vai sendo substituído, como as roupas que saem da moda, que ficam gastas ou que simplesmente poderão servir à outra pessoa, melhor do que a mim.
Aquele abraço do primeiro encontro, as palavras nervosa e inseguramente emitidas, a agitação, o coração apertado, confuso, alegre e tolo. Tudo isso, aos montes, vai desaparecendo do compartimento memorial. Tudo vai virando um simples episódio de mais um capítulo das páginas viradas.
O que eu deveria fazer, como devo reagir ao ver a discrepância em relação à sua reação e à minha ? Você reagiu do meu jeito tarde demais. E eu reagi do seu jeito na hora certa. Poupei-me de passar por todos aqueles momentos frustrantes e dolorosos novamente. E seria correspondida se, por acaso, eu fosse daquele jeito ainda ?
Não acho que a menina que antes inundava seus dias, para tirar-lhe das rotinas de uma vida mais madura, ainda exista. Não, pelo menos para você.
Ela ainda circunda quando percebe que pode. Não quando percebe que a querem. Querer não é poder.
Ainda me questiono sobre toda essa mudança. É claro, e inegável, que o ser humano é passível de mudanças (exteriores e interiores, em alguns casos), mas a personalidade e o modo de ser são as seções mais inflexíveis que há. O que teria lhe acontecido ? Por quê ? Quem ?
Quando causou-me o maior dos sofrimentos, havia outra pessoa para quem você dava essa reação que direciona a mim nesse momento. Juro que não soube o que pensar, mas agi quase 20 anos à minha frente. Tomei seu lugar e você, o meu. Isso era perfeitamente aceitável e admirável para a Comunidade Psicóloga ao qual eu visitava durante alguns dias pelas semanas.
Me senti realmente superior e por um momento te esqueci completamente. Fui egoísta e deixei de te conhecer, de saber quem você era.
Pouco a pouco, isso foi passando. Fui voltando ao (meu) normal, mas crescendo. Cresci e mudei. Mudei porque era maleável e estava em processo de formação. Não era alguém com conceitos e nem com uma cabeça respeitável.
Hoje, penso em você ? Sim. Mas ao pensar, tenho perguntas como frutos, me vejo em meio à elas e muitas não sei como responder. E isso seria óbvio, afinal, nenhum ser humano tem respostas à todas as perguntas.
Ainda, então, em meio a elas, vou apagando você como uma folha de rascunho, uma folha com erros à lápis. Apaga-se tudo, mesmo quando não faço esforço algum. Apaga-se tudo com as luzes apagadas. Tudo some.
Ainda te conheço ?
Aquele abraço do primeiro encontro, as palavras nervosa e inseguramente emitidas, a agitação, o coração apertado, confuso, alegre e tolo. Tudo isso, aos montes, vai desaparecendo do compartimento memorial. Tudo vai virando um simples episódio de mais um capítulo das páginas viradas.
O que eu deveria fazer, como devo reagir ao ver a discrepância em relação à sua reação e à minha ? Você reagiu do meu jeito tarde demais. E eu reagi do seu jeito na hora certa. Poupei-me de passar por todos aqueles momentos frustrantes e dolorosos novamente. E seria correspondida se, por acaso, eu fosse daquele jeito ainda ?
Não acho que a menina que antes inundava seus dias, para tirar-lhe das rotinas de uma vida mais madura, ainda exista. Não, pelo menos para você.
Ela ainda circunda quando percebe que pode. Não quando percebe que a querem. Querer não é poder.
Ainda me questiono sobre toda essa mudança. É claro, e inegável, que o ser humano é passível de mudanças (exteriores e interiores, em alguns casos), mas a personalidade e o modo de ser são as seções mais inflexíveis que há. O que teria lhe acontecido ? Por quê ? Quem ?
Quando causou-me o maior dos sofrimentos, havia outra pessoa para quem você dava essa reação que direciona a mim nesse momento. Juro que não soube o que pensar, mas agi quase 20 anos à minha frente. Tomei seu lugar e você, o meu. Isso era perfeitamente aceitável e admirável para a Comunidade Psicóloga ao qual eu visitava durante alguns dias pelas semanas.
Me senti realmente superior e por um momento te esqueci completamente. Fui egoísta e deixei de te conhecer, de saber quem você era.
Pouco a pouco, isso foi passando. Fui voltando ao (meu) normal, mas crescendo. Cresci e mudei. Mudei porque era maleável e estava em processo de formação. Não era alguém com conceitos e nem com uma cabeça respeitável.
Hoje, penso em você ? Sim. Mas ao pensar, tenho perguntas como frutos, me vejo em meio à elas e muitas não sei como responder. E isso seria óbvio, afinal, nenhum ser humano tem respostas à todas as perguntas.
Ainda, então, em meio a elas, vou apagando você como uma folha de rascunho, uma folha com erros à lápis. Apaga-se tudo, mesmo quando não faço esforço algum. Apaga-se tudo com as luzes apagadas. Tudo some.
Ainda te conheço ?
Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Dicionário de 17 a 21/02/2009.
Ódio
do Lat. odius. m.,
aversão;
raiva;
rancor profundo;
antipatia;
repulsão;
horror.
Indiferença
do Lat. indifferentias. f.,
desprendimento;
insensibilidade;
frieza;
inconsciência mórbida;
apatia.
Ouve.
Queria dizer-lhe que te espero.
De todo o coração, te guardo
as horas, os céus, o esmero
Só preciso que saiba, por mais adiantado.
Queria dizer-lhe que te penso.
De todo coração, te lembro
pelos dias, estrelas, momentos
Só preciso que saiba, pelo menos.
Nada seria você sem que isso me faça sorrir.
Se eu puder te alcançar, prometo
Juro e não minto, o mundo será mais feliz.
Escrevo versos simples, que soam sem volutas.
Se eu puder dizer e você ouvir,
Sacramentado será, terei-te em tudo.
De todo o coração, te guardo
as horas, os céus, o esmero
Só preciso que saiba, por mais adiantado.
Queria dizer-lhe que te penso.
De todo coração, te lembro
pelos dias, estrelas, momentos
Só preciso que saiba, pelo menos.
Nada seria você sem que isso me faça sorrir.
Se eu puder te alcançar, prometo
Juro e não minto, o mundo será mais feliz.
Escrevo versos simples, que soam sem volutas.
Se eu puder dizer e você ouvir,
Sacramentado será, terei-te em tudo.
Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Insistência
O que faço para tirar-lhe de mim ?
O que devo fazer para que isso acabe ?
Diga-me, antes que eu me ajoelhe, me humilhe
Antes que eu me doa mais e esqueça a saudade.
Tento, sem sucesso, abrir meus olhos
Não chego nem a compreender o porque,
As palavras demoram-se, e se não posso
Por que haveria de tanto querer ?
Ficaste aqui tempo demais,
Não há mais espaço,
É hora de partir, rapaz.
Fiquei muito tempo por ti,
Amando, não respirando,
Esperando, em vão, enfim.
O que devo fazer para que isso acabe ?
Diga-me, antes que eu me ajoelhe, me humilhe
Antes que eu me doa mais e esqueça a saudade.
Tento, sem sucesso, abrir meus olhos
Não chego nem a compreender o porque,
As palavras demoram-se, e se não posso
Por que haveria de tanto querer ?
Ficaste aqui tempo demais,
Não há mais espaço,
É hora de partir, rapaz.
Fiquei muito tempo por ti,
Amando, não respirando,
Esperando, em vão, enfim.
Sábado, 31 de Janeiro de 2009
Vitória
Sinto falta do amor que antes me inundava
Os olhos, a pele, o sorriso, a vida e a razão.
Quero ser pequena, caber em teu pensamento, teu coração,
Sentir que toda a vida, as tristezas pelas quais adentro sem paixão,
Era tudo por você, pra poder viver, eu esperava.
Ainda espero, para ser sincera e não mentir,
Nem omitir as ilusões, nem as dores que já me cativaram.
Quero sentir como nunca antes, quero morrer antes do esperado,
Mas que seja de todo amor do mundo, aquele que nunca fora achado,
Aquele pelo qual espero, pra poder viver e ser quem diz
Por ainda não ter-te encontrado, sofri e me doía
Chorava ao pensar que ficaria sozinha, mais que o atual,
Mais que o possível, por todos os tempos e vidas, parecendo normal,
Tentando continuar caminhando, não tendo nada, sendo apenas visual.
Isso é passado e a maior mentira já contada um dia.
Eu sei que te olhando, me vejo mais nítida como nunca pude
Me sinto mais alegre que o sol da manhã, mais forte que o maior furacão,
Melhor que a mais benevolente pessoa, com mais poder que todo o trovão,
Quero ser o que você procura, seus dias e coragem, sua emoção.
Sei que já te amo e nem ao menos te tenho pra curar a inquietude.
Os olhos, a pele, o sorriso, a vida e a razão.
Quero ser pequena, caber em teu pensamento, teu coração,
Sentir que toda a vida, as tristezas pelas quais adentro sem paixão,
Era tudo por você, pra poder viver, eu esperava.
Ainda espero, para ser sincera e não mentir,
Nem omitir as ilusões, nem as dores que já me cativaram.
Quero sentir como nunca antes, quero morrer antes do esperado,
Mas que seja de todo amor do mundo, aquele que nunca fora achado,
Aquele pelo qual espero, pra poder viver e ser quem diz
Por ainda não ter-te encontrado, sofri e me doía
Chorava ao pensar que ficaria sozinha, mais que o atual,
Mais que o possível, por todos os tempos e vidas, parecendo normal,
Tentando continuar caminhando, não tendo nada, sendo apenas visual.
Isso é passado e a maior mentira já contada um dia.
Eu sei que te olhando, me vejo mais nítida como nunca pude
Me sinto mais alegre que o sol da manhã, mais forte que o maior furacão,
Melhor que a mais benevolente pessoa, com mais poder que todo o trovão,
Quero ser o que você procura, seus dias e coragem, sua emoção.
Sei que já te amo e nem ao menos te tenho pra curar a inquietude.
Assinar:
Postagens (Atom)
